A 6ª edição do Festival Literário Internacional da Diáspora Africana de São João de Meriti (Flidam), começou nesta quarta-feira (21) com um evento na Igreja da Matriz, no Centro de São João. Estiveram presentes autoridades, representantes de vários países, líderes religiosos e sociedade civil. Na mesa de abertura, o prefeito Dr. João foi representado pelo chefe de gabinete, Welbert Peixoto.

“É uma manhã importante e especial para nossa cidade. O prefeito Dr. João está de parabéns no momento em que assina o termo de cooperação técnica do Flidam, mostrando sensibilidade com as causas literária e da Igualdade Racial. Somos um governo que respeita o estado laico, o estado democrático de direito e todos os movimentos sociais. Dr. João dará apoio a todos os movimentos que engrandeçam as causas nobres da sociedade”, ressaltou.

O secretário de Educação, Bruno Correia, também presente na abertura, destacou que a rede municipal de ensino vivencia esse tema o ano inteiro, não só pela lei federal (10.639/03, alterada pela Lei 11.645/08), mas na prática do dia a dia. Essa lei tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas.

“A educação de São João de Meriti é resistente na questão da igualdade racial. Vamos comemorar as nossas resistências”, disse.

O curador do Flidam, Rodney Albuquerque, destacou a importância da literatura na transformação de vidas: “Cada arma na mão de uma criança deveria ser um livro”.

Para o reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio (IFRJ), Rafael Almada, a diferença na cor da pele não pode ser limitador de oportunidades. “Nós trabalhamos com educação de igualdade, com oportunidade para todos. Temos orgulho de participar mais uma vez deste festival”, afirmou.

Também participaram da mesa de abertura os subsecretários de Cultura, Carlinhos e Fábio Lucchesi; da Melhor Idade, Almerinda de Carvalho; os superintendentes municipais de Igualdade Racial, Frei Tatá e de Turismo, Miriam Rodrigues; o presidente da Academia de Letras e Artes de São João de Meriti, Nei Santos; o superintendente de Leitura da Secretaria de Estado de Cultura, Juca Ribeiro; o cônsul-geral de Cabo Verde, Pedro Antônio dos Santos e a vice-cônsul de Angola, Eduarda Monteiro.

Literatura e arte

O Flidam vai até o dia 25 de novembro. Com o tema “Abolição? 130 anos depois”, o festival tem como meta fazer o enfrentamento ao racismo e promover a Igualdade Racial. Além de palestras e debates, o evento oferece atividades gratuitas à população na Praça da Matriz, como feira do livro, Circuito Gastronômico da Diáspora Africana, feira de artesanato, espetáculos artístico-culturais e o FlidamCine, que é uma mostra temática de cinema. Há ainda o Trem do Flidam e lavagem da escadaria da Igreja da Matriz, no Centro de São João.

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